Era começo dum outro eu...
Era estátua, era pedestal
Era inóspito que ansiava desvendar
Era realidade do irreal
Era perspectiva não vivida...
Era um mundo ignorado...
Era frustração sublimada
Era vivencia do desconhecido
Era ignorância não ignorada
Era tempestade não temida!
Era existência! Era continuidade!
Agora?
É o fim! É o caos! É o impossível!
É a opressão impotente da morte vivendo ainda...
Era estátua, era pedestal
Era inóspito que ansiava desvendar
Era realidade do irreal
Era perspectiva não vivida...
Era um mundo ignorado...
Era frustração sublimada
Era vivencia do desconhecido
Era ignorância não ignorada
Era tempestade não temida!
Era existência! Era continuidade!
Agora?
É o fim! É o caos! É o impossível!
É a opressão impotente da morte vivendo ainda...

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